Lançado em 1999 e dirigido por Phillip Noyce, O Colecionador de Ossos (The Bone Collector) é aquele tipo de filme que nos abraça pelo conforto da nostalgia, mas ainda consegue deixar o espectador genuinamente tensos. A trama acompanha Lincoln Rhyme (vivido por Denzel Washington), um criminologista forense de Nova York que, após um grave acidente em serviço, fica tetraplégico e preso a uma cama. Prestes a desistir de tudo, sua mente perspicaz é reativada quando um serial killer meticuloso começa a espalhar corpos pela cidade, deixando pistas enigmáticas e brutais a cada crime.
É aí que entra Amelia Donaghy (uma jovem e magnética Angelina Jolie), uma policial novata que, por puro instinto, consegue preservar a primeira cena do crime. Percebendo o talento bruto da garota, Rhyme a transforma em seus "olhos, braços e pernas" no mundo exterior. A dinâmica que se estabelece entre os dois. Ele comandando a investigação de dentro de seu quarto tecnológico e ela pisando nos cenários mais macabros de Manhattan, onde se desenvolve o verdadeiro coração do longa.
Por que assistir hoje à noite?
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A "vibe" Supercine: Sabe aquele filme que passava no final da noite de sábado, perfeito para ver debaixo das cobertas com um balde de pipoca? É exatamente essa energia. Ele entrega um mistério fechadinho, direto ao ponto e sem enrolação.
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Dupla de peso: Ver Denzel Washington entregar uma atuação tão poderosa usando apenas a expressão facial e a voz, em perfeita sintonia com a vulnerabilidade e a coragem da Angelina Jolie em início de carreira, é uma aula de cinema.
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Investigação forense raiz: Antes de CSI virar uma febre na TV, este filme já mostrava a ciência forense destrinchando poeira, pedaços de papel antigo e texturas de solo para caçar um assassino. Cada pista é um quebra-cabeça fascinante.
Se você quer um thriller policial psicológico com reviravoltas na medida certa e aquele clima cinzento e chuvoso de Nova York, dê o play na Netflix. É entretenimento garantido para fechar o seu sábado com chave de ouro.