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Refém do Silêncio é tensão crescente para um sábado à noite
Suspense psicológico com Michael Douglas é um thriller elegante, tenso e cheio de reviravoltas.
Por LockDJ
Publicado em 29/11/2025 18:43 • Atualizado 29/11/2025 18:43
Entretenimento
Refém do Silêncio é um suspense compacto, eficiente e irresistivelmente tenso (Foto: Divulgação)

Se a ideia é encerrar o sábado com um suspense sólido, daqueles que prendem desde o primeiro minuto, Refém do Silêncio, estrelado por Michael Douglas, é uma pedida certeira na Netflix. Trata-se daquele tipo de thriller clássico dos anos 90/2000, com tensão psicológica crescente, diálogos afiados e um jogo de manipulação que só vai ficando mais perigoso conforme a trama avança.

A história gira em torno da filha de um terapeuta, que é sequestrada e, como resgate, seu pai precisa obter um código que dá acesso a uma grande fortuna. Porém, a única pessoa que conhece esta combinação misteriosa é uma paciente problemática que não fala há dez anos.

 

O filme trabalha muito bem a sensação de claustrofobia emocional. Não apenas pelo risco físico, mas pela incerteza constante sobre quem está jogando com quem.


A direção aposta no suspense psicológico tradicional, com silêncio que pesa, trilha inquietante, ambientes fechados e reviravoltas que mantêm o espectador alerta. Nada é gratuito. Tudo é encaixado para criar a atmosfera de paranoia que o gênero exige, enquanto Michael Douglas entrega exatamente o tipo de intensidade que o consagrou em thrillers de prestígio.
 

Refém do Silêncio é aquele filme que faz você se ajeitar no sofá, apertar o controle sem perceber e ficar torcendo para que o protagonista faça o movimento certo. Um suspense compacto, eficiente e irresistivelmente tenso, perfeito para um sábado estilo Supercine.

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