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Música da noite: lucidez em estado de alerta
Minha Alma é crônica urbana sobre feridas abertas, sirenes ao fundo e a consciência como forma de resistência.
Por Redação Rádio VB
Publicado em 07/01/2026 19:00 • Atualizado 07/01/2026 19:01
Música
As sirenes não pedem paz nos versos de "Minha Alma" (Foto: Divulgação)

A cidade pulsa em ruído branco, e Minha Alma caminha entre becos e consciências como quem sabe demais. O som invade, denuncia, aponta o dedo para a normalidade violenta que se disfarça de rotina. Aqui, paz não é silêncio, é confronto.

A letra sangra lucidez. Não há anestesia possível quando a realidade insiste em gritar mais alto que a música. O groove segura o corpo, mas a mensagem empurra a mente para fora do conforto, lembrando que indiferença também é escolha.

Minha Alma não oferece consolo fácil. Ela pede presença. Pede que se veja, sinta e não desvie o olhar. Porque sobreviver não é o bastante, é preciso estar acordado.

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